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10 de julho de 2014

Roubo à fábrica da Samsung pode ter relação com assalto ao galpão da TAM

10 de julho de 2014 Por Unknown · - 0 Comentários






Na última segunda-feira (07), uma fábrica de eletrônicos da Samsung foi roubada em Campinas, no interior de São Paulo, e os ladrões levaram cerca de 40 mil dispositivos da marca avaliados em R$ 14 milhões.
A forma “profissional” como os ladrões agiram e o foco em aparelhos móveis, como smartphones e tablets, chamou a atenção da Polícia Civil de SP o caso está sendo considerado como possivelmente relacionado ao assalto ao galpão da TAM em 2012, quando uma quadrilha levou um lote de produtos da Apple que valia R$ 3,5 milhões.


Esse caso mais antigo aconteceu também na região de Campinas, no Aeroporto Internacional de Viracopos, e, até hoje, nunca foi resolvido, apesar de algumas pessoas terem sido interrogadas por suspeita de participação. Havia um sistema de rastreamento na carga que foi cuidadosamente removido no local do roubo, o que indica uma ação muito bem programada e com base em conhecimento detalhado do local.
No caso da carga da Samsung, funcionários da fábrica foram intimidados com metralhadoras e obrigados a ajudar a carregar sete caminhões com os produtos da coreana e seus celulares também foram levados, porém os criminosos descartaram esses aparelhos durante a fuga.


A Polícia Civil de São Paulo ainda está fase inicial de investigações sobre esse caso, mas a Policia Rodoviária e a Polícia Federal receberam informações para auxiliar no rastreamento e na possível apreensão. Ainda assim, como poucas pistas foram deixadas pelos criminosos, o caso pode ficar congelado, como o do galpão da TAM.



Tecmundo

13 de dezembro de 2013

O que é banda larga?

13 de dezembro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


De modo geral, “Banda Larga” é o termo utilizado para se referir a uma conexão superior às conexões primárias, capaz de oferecer uma navegação de qualidade, sem interrupções ou outros tipos de problemas como lentidão e congestionamento.
O serviço que cabe tanto para conexões fixas quanto móveis, deve seguir os padrões de velocidade ditados pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que promove medições periódicas com a intenção de checar se todas as operadoras do País estão dentro de seus padrões.
Estabelecido no ano passado, o projeto de medição da Anatel visa melhorar a qualidade da Banda Larga no Brasil, uma vez que as necessidades de estar conectado são cada vez maiores por aquidevido ao alto índice do uso de dispositivos móveis e fixos em todo o País, seja para trabalho, seja para uso pessoal.


Idgnow

24 de outubro de 2013

Africano cria impressora 3D com peças encontradas em um lixão

24 de outubro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


Kodjo Afate Gnikou usou computadores, impressoras e scanners encontrados num lixão (e mais US$100) para fazer sua impressora 3D

Na cidade de Lomé, capital do país africano Togo, funciona um maker space - uma oficina de inovação e produção em que inventores e projetistas se reúnem para tornar reais as idéias que lhes vêm à cabeça. O produto mais recente do local, criado por Kodjo Afate Gnikou é uma impressora 3D feita com lixo eletrônico barato.

O protótipo foi construído com US$100. Ele se chama W.Afate e é uma réplica caseira da Prusal Mendel, uma impressora popular nos Estados Unidos e na Europa. Para fazê-la, Afate teve que comprar algumas peças novas, mas a maioria dos componentes vieram de computadores, impressoras e scanners encontrados nos lixões da cidade.

A África tem um enorme problema de lixo eletrônico. A cada mês, centenas de toneladas de computadores e equipamentos industriais descartados acabam nos lixões e peças boas que poderiam ser reaproveitadas se misturam com componentes e materiais tóxicos. A intenção de Afate é chamar a atenção para a produção exagerada e o mau reaproveitamento desses resíduos.

O vídeo abaixo, em inglês, conta um pouco mais sobre o invento.


2 de outubro de 2013

Tecnologia promete gelar lata de cerveja em 45 segundos

2 de outubro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


Uma tecnologia chamada Rapidcool promete gelar uma lata de cerveja em apenas 45 segundos. Funcionando para garrafas e latas, leva o líquido da temperatura ambiente a 4°C e foi criada pela Enviro-Cool, uma empresa londrina que recebeu US$ 930 mil euros (cerca de US$ 1,2 milhão) da Comissão Europeia para a pesquisa, segundo o Daily Mail.
 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
"Houve muitas tentativas de criar refrigeradores rápidos de bebidas. O problema sempre era o tempo que demorava para o líquido ficar realmente gelado. Se o resfriamento fosse muito rápido, as camadas externas do líquido congelavam, gerando um gelo fino que era inaceitável aos consumidores. A forma de evitar o congelamento era agitar o líquido durante o resfriamento, mas em bebidas gasosas isso causa explosões quando o recipiente é aberto", explica a empresa em seu site.
 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
A novidade do V-Tex, nome comercial do aparelho que usa a tecnologia Rapidcool, é que ele rotaciona o recipiente a uma velocidade específica, o que evita a formação de bolhas. Além disso, a equipe notou que, se colidisse o vortex e o recriasse, evitaria que a parte externa do líquido gelasse mais rápido (e eventualmente congelasse) do que a parte interna.
O V-Tex tem três versões, uma comercial e duas doméstica. Essas última, chamadas V-Tex Compact e V-Tex Domestic, gelam recipientes de diferentes tamanhos, começando pelas meias-garrafas de vinho de 150 ml. Para garrafas long neck, o tempo de refrigeração é de 4 minutos, enquanto as de 500 ml demoram 6 minutos - as latas maiores demoram 48 segundos em média.
 Foto: DivulgaçãoFoto: Divulgação
​Segundo a Enviro-Cool, o V-Tex reduz em 90% o consumo de energia em relação a refrigeradores comuns encontrados em supermercados. O Daily Mail diz que a energia na Europa gasta por estantes refrigeradas e geladeiras com portas chega a 85TWh por ano, o suficiente para alimentar 20 milhões de casas.


‘Vírus’ em hardware já é uma realidade, mas praticidade é baixa

Por Unknown · - 0 Comentários


Pesquisadores apresentaram na semana passada uma maneira de alterar as propriedades de um chip por meio de uma alteração no “doping” – processo de fabricação que consiste em modificar as propriedades químicas de um semicondutor. Interferindo nesse processo, os pesquisadores conseguiram manipular o comportamento do chip, viabilizando ataques. Não é a primeira vez que um chip é alterado para a inclusão de um “vírus” e, embora o ataque já seja uma realidade, a praticidade ainda é baixa.

Utilizar o termo “vírus” nesse caso é pouco apropriado. Trata-se, simplesmente, de sabotagem. O termo “vírus” é aqui empregado apenas para diferenciar uma sabotagem “inteligente” de outra mais comum, como a que apenas busca fazer com que o hardware dure menos ou exploda.

A maneira mais simples de inclusão de um “vírus” em hardware é adicionando um chip malicioso em uma placa. Esse método, no entanto, pode ser facilmente percebido. Outros componentes eletrônicos também podem ser acrescentados, mas todos são relativamente fáceis de serem detectados.

No entanto, uma modificação dessa natureza pode comprometer completamente um sistema, permitindo até mesmo que o computador receba comandos da internet.

O método demonstrado pela pesquisa mais recente poderia ser incluso no processo de fabricação, garantindo a existência de uma grande quantidade de equipamentos sabotados. A utilidade, porém, é bem mais baixa, mas não nula. Vamos entender.

Em um dos experimentos, os cientistas modificaram um componente responsável pela geração de números aleatórios. Computadores em geral não são capazes de gerar números realmente aleatórios, mas há soluções para esse problema – entre elas o chip usado no experimento dos pesquisadores. A geração de números aleatórios é um elemento essencial na criptografia para o sigilo dos dados: se todos os números aleatórios puderem ser adivinhados, alguém poderia adivinhar a chave gerada e quebrar a segurança.

Alterando as propriedades químicas dos semicondutores, os pesquisadores afirmam ter a capacidade de reduzir o número de possibilidades, o que facilita a quebra dos códigos que seriam gerados por aquele chip. Em larga escala, isso permitiria o comprometimento da segurança uma instituição inteira que vier a usar os componentes alterados.

Em outro experimento da mesma pesquisa, os cientistas alteraram um chip de tal maneira que era possível determinar dados processados por ele a partir de sinais elétricos – uma técnica conhecida como “side channel” ou “canal lateral”. Isso, no entanto, requer acesso direto ao sistema em que o chip é usado, além do uso do equipamento para medir os sinais, reduzindo bastante as possibilidades práticas da técnica.
Um meio mais prático, que não envolve diretamente o hardware, é reprogramar o hardware em chips que usam memória flash. No entanto, esse não é um ataque envolve diretamente o hardware, embora também seja possível reprogramar esses chips direto de fábrica, permitindo ações de sabotagem.

De qualquer forma, a existência de componentes maliciosos no hardware pode ainda não ser uma preocupação prática para usuários comuns, mas empresas que lidam com equipamentos especializados e governos já precisam ficar de olho.


G1

26 de setembro de 2013

Easter Egg mostra como era o Google 15 anos atrás

26 de setembro de 2013 Por Cleber Santos · - 0 Comentários


Para comemorar os 15 anos de existência, o Google lançou um easter egg muito divertido: basta acessar o Google em inglês e pesquisar por “google in 1998” para saber como era o mecanismo de buscas no ano de 1998. Está tudo lá: desde o logo da empresa, com letras tridimensionais e sombras, até o rodapé com links alternativos para realizar a pesquisa em outros sites, como o extinto AltaVista.


Além disso, alguns links sugeridos no resultado na pesquisa direcionam o leitor para a Wayback Machine, sistema online que funciona como uma verdadeira Máquina do Tempo da internet, mostrando como eram determinadas páginas anos atrás.


Outra mudança drástica na versão retrô da página é a ausência de buscas em outros formatos, como vídeos, imagens e notícias. Basta isso para termos uma pequena ideia de como a internet evoluiu nos últimos 15 anos.



Fonte: LA Times, Gizmodo

8 de setembro de 2013

Como funciona o Cabo de Fibra ótica

8 de setembro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


Transmissão de dados e voz em longas distâncias com pouca perda de sinal e qualidade, tudo isso com altíssimas velocidades. Já pensou nas maravilhas que isso permitiria? Apostamos que você deve estar pensando: baixar programas e músicas ficaria muito mais rápido e o tempo de espera por downloads seria reduzido ao mínimo.

E é exatamente isso que aconteceria, se todas as empresas de internet banda larga disponibilizassem a tecnologia da fibra ótica para os usuários. Logicamente a mudança de tecnologia demanda grandes quantias de dinheiro, por isso é difícil que tenhamos a fibra ótica em todas redes domésticas pelos próximos anos.

No Brasil, apenas algumas universidades e institutos públicos possuem este tipo de conexão. Em 2011, algumas residências devem passar a contar com o modo de transmissão de alta velocidade da fibra ótica – pelo menos é o que está prometendo uma das maiores empresas de telecomunicações do país.

Mas você sabe como funcionam os cabos de fibra ótica? Acompanhe este artigo que o Tecmundo preparou para você e descubra como ocorre a transmissão de dados e voz por meio dos cabos de fibra ótica. Aproveite também para entender o quão importante eles podem ser em nossas vidas.

Transformando dados em luz


A fibra ótica não envia dados da mesma maneira que os cabos convencionais. Para garantir mais velocidade, todo o sinal é transformado em luz, com o auxílio de conversores integrados aos transmissores. Há dois modos de converter os dados: por laser e por LED (respectivamente: fibras monomodo e multimodo. Ambas serão explicadas mais adiante).

Como funciona a fibra ótica [infográfico] 

Sem essa conversão, os dados enviados e recebidos não poderiam desfrutar das mesmas larguras de banda. Nesse momento, surge a necessidade dos cabos de fibra ótica, pois são eles que permitem a velocidade e a qualidade superiores às oferecidas pelos tradicionais cabos de cobre. O motivo disso nós vamos explicar mais à frente neste artigo.

Cabos de fibra ótica


Você imagina como é um cabo de fibra ótica por dentro? Ele não é construído apenas com a fibra de vidro e o revestimento plástico, há várias camadas que fazem parte da estrutura essencial dele. Vamos agora explicar um pouco mais sobre cada uma das camadas que compõe a fibra ótica.

Proteção plástica


Como todo cabo, a fibra ótica também precisa de proteção externa, para evitar que o desgaste natural ou as situações anômalas do tempo representem interferências no sistema. Geralmente, essa camada de proteção é composta por plásticos, tornando a aparência dos cabos de fibra ótica muito similar à apresentada por cabos de rede, por exemplo.

Fibra de fortalecimento


Logo abaixo da camada plástica, existe uma fibra de fortalecimento, bastante parecida com a que existe em cabos coaxiais de transmissão de sinal de televisão. Você sabe qual a função dela? Proteger a fibra de vidro de quebras que podem acontecer em situações de torção do cabo ou impactos no transporte.

Se a camada de fortalecimento não existisse, qualquer movimento brusco que atingisse os cabos de fibra ótica resultaria em quebra da fibra principal e, consequentemente, na perda total do sinal transmitido.

Revestimento interno


Também chamado de “Coating”, o revestimento interno tem função similar à das fibras de fortalecimento. É ele que isola todos os impactos externos e também evita que a luz natural atinja as fibras de vidro internas, o que poderia resultar em interferências muito fortes em qualquer que seja o sinal.

Camada de refração


Nas duas camadas mais internas, ocorre a parte mais importante do processo de transmissão de luz. Cobrindo o filete de fibra de vidro, a camada de refração (ou “Cadding”) é responsável pela propagação de todos os feixes, evitando que existam perdas no decorrer dos trajetos. Em um sistema perfeito, essa camada garantiria 100% de reaproveitamento dos sinais luminosos.

Núcleo


Também chamado de “Core”. Em suma, é onde realmente ocorre a transmissão dos pulsos de luz. Construído em vidro, é por ele que a luz viaja em suas longas distâncias. No próximo tópico mostraremos os dois tipos de fibras de vidro que podem ser utilizados nos cabos.

Muita velocidade

Multimodo e monomodo


Os dois nomes que abrem este tópico representam os dois principais modelos de fibras óticas existentes atualmente. Eles são diferenciados em vários aspectos, desde o custo de produção até as melhores possibilidades de aplicação. Qual deles será mais recomendado para a construção de redes de internet?

Monomodo


Como o nome já diz, as fibras monomodo só podem atender a um sinal por vez. Ou seja, uma única fonte de luz (na maior parte das vezes, laser) envia as informações por enormes distâncias. As fibras monomodo apresentam menos dispersão, por isso pode haver distâncias muito grandes entre retransmissores.

Teoricamente, até 80 quilômetros podem separar dois transmissores, mas na prática eles são um pouco mais próximos. Outra vantagem das fibras desse tipo é a largura da banda oferecida, que garante velocidades maiores na troca de informações.

Multimodo


Fibras multimodo garantem a emissão de vários sinais ao mesmo tempo (geralmente utilizam LEDs para a emissão). Esse tipo de fibra é mais recomendado para transmissões de curtas distâncias, pois garante apenas 300 metros de transmissões sem perdas. Elas são mais recomendadas para redes domésticas porque são muito mais baratas.

Isso sim é velocidade


Você já viu que a fibra ótica garante velocidades muito maiores do que as oferecidas pelos fios de cobre comuns, mas ainda não viu os números exatos. Hoje, uma conexão banda larga de alta velocidade é oferecida com cerca de 10 Mbps, o que permite downloads a quase 1,25 MB/s.

Os padrões de testes da fibra ótica apontam para velocidades de 10 Gbps, o que resulta em downloads de 1.280 MB/s. É um aumento considerável, que pode ser extremamente importante para quem gosta de jogar games online ou baixar muitos arquivos pela internet.

Como funciona a fibra ótica [infográfico]

Vale dizer que as conexões de 10 Gbps são muito potentes e devem custar muito caro, por isso são mais recomendadas para grandes empresas e universidades, locais em que a banda precisa ser muito dividida. Outra possibilidade é a instalação de padrões de fibra ótica em condomínios, que podem redividir a conexão para vários computadores.

Saudades do cobre: fibra ótica também tem defeitos


Não existe nenhuma tecnologia perfeita, por isso precisamos apresentar também as desvantagens dos cabos de fibra ótica. A principal delas é relacionada aos custos, tanto de produção quanto de implementação dos novos sistemas de transmissão. 

Produzir cabos de fibra ótica envolve processos muito complexos e caros, o que exige uma demanda muito grande de usuários dispostos a pagar um pouco mais pelos recursos oferecidos pela tecnologia. Além disso, para alimentar grandes cidades seriam necessários muitos retransmissores, e há relatos de perdas grandes de sinal em retransmissores divisores.

Outros problemas estão ligados diretamente à fragilidade das fibras de vidro. Como ainda não existe uma padronização no sistema, há muitos cabos que são vendidos sem o encapsulamento protetor adequado. Isso gera instabilidade para os cabos e pode resultar em quebras dos filetes de transmissão.

Tecnologia do futuro?


Será que a fibra ótica está realmente distante da realidade? Aos poucos, algumas empresas de televisão a cabo e internet estão oferecendo pacotes que contam com os recursos da tecnologia para seus assinantes. Os preços ainda são bem altos, mas com o passar do tempo é provável que baixem consideravelmente.

Como funciona a fibra ótica [infográfico]

Outro desafio é encontrar formas de retransmitir os sinais sem que seja necessário dispender muitos recursos, mas as vantagens oferecidas realmente impulsionam os pesquisadores. A fibra ótica garante uma largura de banda muito maior do que o cobre, ocupando menos espaço físico e com matéria-prima (sílica) muito mais abundante.
.....
Você está disposto a pagar um pouco a mais para ter fibra ótica na sua casa? Ou acha que ainda não vale a pena gastar dinheiro em uma tecnologia mais moderna? Deixe um comentário para nos dizer o que pensa a respeito da fibra ótica.


TecMundo

5 de setembro de 2013

Justiça obriga Microsoft a dar suporte técnico em todos os produtos

5 de setembro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


A Procuradoria Regional da República da 3ª Região (PRR3) obteve junto ao Tribunal Regional Federal (TRF3) a condenação da Microsoft a prestar suporte técnico a todos os consumidores de seus produtos. A empresa, que se recusava atender consumidores que adquiriam computadores com softwares da marca pré-instalados, passa a ficar obrigada a prestar suporte técnico a todos os clientes que tenham problemas com seus programas, independentemente de eventuais cláusulas que a isente de tal prestação, considerada abusiva.

A decisão do TRF-3 atende pedido de ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF) após reclamação de um usuário contra a resistência da empresa em prestar assistência técnica por problemas que ele estava tendo com software da Microsoft pré-instalado em seu computador. A Microsoft alegava não se tratar de uma venda de produtos, mas de fornecimento de licença para instalação, uso, acesso, exibição e execução de cópias de programa de computador e, por isso, não ficaria obrigada a atender clientes com problemas com seus softwares.
Além disso, afirmava que cláusula na embalagem desses computadores a isentava da prestação de apoio técnico. Tal cláusula, no entanto, limitava-se a alertar o consumidor que, ao abrir o pacote, ele concordava que teria lido e entendido o contrato de pré instalação Microsoft incluído no produto.

Em sua ação contra a empresa, o MPF asseverou que a Microsoft desrespeitava o Código de Defesa do Consumidor, a Política Nacional das Relações de Consumo e a Constituição Federal, ao impor cláusulas abusivas e se furtar ao dever de informar de forma clara sobre o procedimento de toda relação de consumo.
Os equipamentos com softwares pré-instalados objetos da ação vinham com um aviso genérico, que limitava-se à frase “ao abrir este pacote você concorda que leu e entendeu o contrato de distribuição e pré-instalação Microsoft incluído neste pacote e que concorda com seus termos e condições.” Com tal excerto a empresa considerava que os consumidores estariam sujeitos às cláusulas impostas por ela sendo que, no entanto, o comprador só teria efetivo acesso a esse contrato abrindo um arquivo na pasta do Windows.

“A própria Microsoft, na ação, reconhece que o consumidor só teria oportunidade de ter ciência de que a empresa não prestaria suporte técnico para computadores com a versão pré-instalada de seus softwares ao utilizar o equipamento – ou seja, só após desembolsar o valor do produto e efetivamente usar o computador”, observou a procuradora regional da República Laura Noeme dos Santos, autora do parecer da PRR-3 na ação.
“Do dever de informação acima fundamentado, decorre a obrigação da Apelada em, de forma devidamente clara, inteirar o consumidor final de como se procederá toda a relação de consumo, inclusive em relação à prestação de suporte técnico, não cabendo ao consumidor 'adivinhar' tais regras”, prosseguiu a procuradora. “Considerar que, desta forma, o consumidor foi devidamente informado, seria considerar que é possível se anuir a um contrato sem lê-lo”, concluiu Laura Noeme, requerendo a condenação da Microsoft.

A 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), por maioria, decidiu declarar abusiva a cláusula contratual imposta pela Microsoft e condená-la a prestar assistência técnica a todos os usuários de software previamente instalado no computador. A Procuradoria pedia ainda indenização por danos morais coletivos, no valor de R$ 1 milhão, uma vez que um número indeterminado de indivíduos teriam sido ofendidos moralmente com a recusa da empresa em prestar suporte técnico.
“A indenização por danos morais coletivos tem como um de seus objetivos desestimular a que se repita a prática que lesou a sociedade, demonstrando que a ordem pública deve ser respeitada”, justificou a procuradora. A 5ª Turma do TRF3, no entanto, não condenou a Microsoft a indenizar os danos morais coletivos, mas determinou a reparação aos consumidores que tiveram “prejuízos específicos” diante da recusa de assistência da empresa – valores que deverão ser pedidos em ações individuais ou coletivas movidas pelos próprios consumidores lesados.
Fonte: Ministério Público Federal

Microsoft compra divisão de aparelhos e serviços da Nokia

Por Unknown · - 0 Comentários


Um dos movimentos mais esperados do mercado de tecnologia aconteceu: à meia noite de segunda para terça-feira (de 2 para 3 de setembro), a Microsoft anunciou que está comprando a Unidade de Aparelhos e Serviços (Devices & Services) da Nokia, num movimento que envolve mais de 7 bilhões de dólares. E Stephen Elop não é mais CEO da Nokia, e sim funcionário da Microsoft.

Como a Microsoft já ensaiou com o Surface, agora a empresa terá controle total não só na parte do software, mas também na produção do hardware dos aparelhos que ela tanto almeja. O valor pago pela compra da divisão da Nokia foi de 3,79 bilhões de euros (aproximadamente 5 bilhões de dólares), e a Microsoft ainda pagará mais 1,65 bilhões (mais de 2 bilhões de dólares) pelo extenso portfólio de patentes da Nokia.


Nessa mudança, a Microsoft diz que mais de 32 mil funcionários da empresa finlandesa mudarão de endereço. Mas, e a Nokia? Em primeiro lugar, parte do acordo entre as duas empresas envolve importantes trocas nos altos cargos: Stephen Elop sai do cargo de CEO da Nokia e agora comandará a equipe de Devices da Microsoft – ou seja, ele está retornando para onde já trabalhou antes de ir para a Nokia. Além dele, mais executivos e diretores da parte de cima da cadeia, como Jo Harlow e Marko Ahtisaari, irão para a Microsoft. Mas, sobre a empresa finlandesa, o foco agora será completo em serviços e software: a Microsoft também concordou em pagar pelo menos 4 anos de licença para o uso do HERE em seus novos aparelhos. E, na parte de infraestrutura, a NSN, braço de redes da Nokia, continuará existindo. Risto Siilasmaa será o CEO interino da empresa.


Leia, abaixo, a carta que Elop e Steve Ballmer, CEO da Microsoft, assinam em conjunto para anunciar a compra:

"A Nokia e a Microsoft sempre sonharam grande – nós sonhamos em colocar um computador em todas as mesas e um telefone celular em todos os bolsos, e percorremos um longo caminho para realizar esses sonhos.


O dia de hoje é um momento de reinvenção.


A Nokia tem uma identidade de mais de 150 anos de herança, inovação, excelência e mudanças que começaram e vão continuar na Finlândia e no resto do mundo. De origens humildes como uma fábrica de papel, passando por produzir botas de borrachas e pneus de carros e, por fim, telefones celulares, a reinvenção está no sangue da Nokia.


A Nokia agora irá escrever o próximo capítulo, focando em facilitar a mobilidade através de suas tecnologias de redes, mapas, localização e outras tecnologias avançadas.


Para a Microsoft, trata-se de um passo ousado para o futuro, um enorme salto em nossa jornada de criar uma família de dispositivos e serviços que agradam pessoas e capacitam negócios de todos os tamanhos.


Nossa parceria ao longo dos últimos dois anos e meio, que combinou nossas forças para construir um novo ecossistema mundial de celulares, trouxe resultados incríveis: telefones que ganharam muitos prêmios e serviços surpreendentes fizeram com que os aparelhos com Windows Phone da Nokia se tornassem uma das plataformas de smartphone que mais crescem no mundo.


Com base nessa parceria de sucesso, nós anunciamos uma importante notícia para o dia de hoje: um acordo para a Microsoft comprar a divisão de dispositivos e serviços da Nokia, para fornecer mais escolhas, inovação mais rápida e dispositivos e serviços ainda mais interessantes para os nossos consumidores.


O acordo de hoje irá acelerar o ímpeto dos dispositivos e serviços da Nokia, trazendo ao mundo smartphones cada vez mais inovadores para mais pessoas, enquanto continuamos conectando o próximo bilhão de pessoas com a linha de celulares da Nokia.


Com o compromisso e os recursos da Microsoft para levar serviços e dispositivos para frente, nós podemos agora perceber o potencial do ecossistema Windows, entregando as melhores experiências para pessoas em casa, no trabalho e em qualquer lugar nesse meio termo.


Nós vamos continuar criando telefones que você irá amar, enquanto investimos no futuro – novos telefones e serviços que combinam o melhor da Microsoft e o melhor da Nokia.
A Nokia e a Microsoft estão comprometidas para o próximo capítulo.


Juntos, nós vamos redefinir os limites da tecnologia.


Steve Ballmer e Stephen Elop"

3 de setembro de 2013

Próximo Android, 4.4, leva nome do chocolate KitKat

3 de setembro de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


O próximo Android será uma versão 4.4 com codinome KitKat. A informação foi confirmada nesta terça-feira, 3, por Sundar Pichai, chefe da divisão do Android e do Chrome no Google. Quem esperava pelo 5.0 pode aguardar um pouco mais e se contentar com a nova versão achocolatada, que até ganhou sua estátua no prédio do Google.

Não há muitos detalhes sobre a nova versão do sistema operacional. Em sua página, tudo o que o Google diz é: “O nosso objetivo com o Android KitKat é transformar a experiência Android em algo incrível para todos.” Há um campo para se inscrever e receber em primeira-mão informações sobre a novidade.

Em sua conta no Google+, Pichai disse que acaba de voltar de uma visita aos parceiros do Android na Coreia do Sul, Taiwan e Japão. “É excitante ver alta qualidade de dispositivos com Android disponíveis agora, incluindo o Galaxy S4, HTC One, LG G2, Sony Xperias e vários outros”, comenta. O executivo ainda fala sobre os próximos smartphones, que deverão ser lançados na IFA, em Berlim. “Brinquei com eles na última semana e são realmente bons – fique ligado; temos muito mais vindo!”, escreveu.

Pichai ainda comemora mais de 1 bilhão de ativações Android e diz: “Amei e a nova estátua #AndroidKitKat e mal posso esperar pelo lançamento da próxima versão da plataforma, que será tão doce como uma barra de doce que é uma das favoritas de nosso time :)”, escreveu.
A novo apelido é uma parceria com a Nestlé, detentora da marca KitKat. Desde o lançamento do Android Cupcake, em 2009, as versões do Android vem  sendo desenvolvidas pelos engenheiros da empresa com nomes relacionados a doces, seguindo a ordem alfabética. A última versão recebeu o nome de Android Jelly Bean. A novidade de que a letra “K” será dedicada ao KitKat da Nestlé surpreende a maioria dos experts em tecnologia, que apostavam que o nome seria Android Key Lime Pie.

Para marcar a nova versão do Android KitKat, mais de 50 milhões de barras de KitKat com embalagem comemorativa estarão disponíveis em 19 mercados, inclusive Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Oriente Médio, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos. Uma pequena quantidade de barras de KitKat com o formato de robô também será oferecida como prêmio em mercados selecionados.

O The Verge comenta rumores de que, após a versão 4.4, finalmente o Android 5.0 deverá ser lançado sob o codinome Lime Pie.

Olhar digital

31 de agosto de 2013

Conheça o iOS 7, novo sistema operacional para iPhone e iPad

31 de agosto de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários




O sistema operacional iOS7, que rodará em dispositivos portáteis da Apple, tem um visual mais elegante e sóbrio que as versões anteriores da plataforma (o projeto foi liderado por Jonathan Ive, vice-presidente de design industrial da Apple). Conheça o novo visual e também novas funções do programa, programado para ser liberado aos usuários em setembro de 2013.

Uol

Iphone 5S pode ter botão Home curvado para fora

Por Unknown · - 0 Comentários


Pelo menos uma coisa é certa: o novo iPhone está quase aí. Mas, enquanto não há nenhuma confirmação oficial sobre o aparelho, as especulações e os rumores sobre o que poderemos encontrar nele continuam.

O último boato informa agora que a Apple está modificando o botão Home para um formato curvado para fora. Se o modelo como conhecemos tem o aspecto côncavo, a nova linha do aparelho apresentará uma tecla convexa, saltada para fora do corpo do smartphone.

Como esse formato de botão fica mais exporto a riscos e danos, o material de fabricação também será modificado. Em vez de plástico, o “Home button” será feito de safira, um dos materiais mais resistentes de produção – que só fica atrás do diamante.


Leitor digital no botão Home


O aspecto convexo implica também no ganho, ainda que mínimo, de espaço interno. Os rumores indicam que esse formato de botão foi escolhido para abrigar um leitor de digitais no aparelho.
Essa tecnologia poderia ser utilizada para facilitar o reconhecimento do usuário e dono do aparelho em uma série de atividades, da simples ação de desbloquear a tela até fazer login em contas e aplicativos. É possível que o leitor digital ofereça ainda mais itens de segurança sobre quem pode utilizar o iPhone e até mesmo registrar a identidade de quem o usar indevidamente.

É preciso levar todas essas informações com certo ceticismo e esperar pelo anúncio oficial do aparelho pela Apple. Outros rumores dizem que conheceremos o iPhone 5S no dia 10 de setembro, mas a empresa não confirmou nem a data de lançamento do novo modelo. Só nos resta esperar mesmo.

30 de agosto de 2013

Samsung anuncia produção de memórias DDR4

30 de agosto de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


Samsung anunciou ter iniciado a produção em larga escala das memórias DDR4, voltadas inicialmente para sistemas avançados, tais como servidores e data centers.

Os chips são de 4 gigabits com litografia em 20nm, facilitando a criação de módulos com 16GB e 32GB. Trata-se de uma respeitável evolução frente aos 2 gigabits e 50nm das primeiras DDR3 em 2008.


A utilização de DDR4 na próxima geração de servidores aumentará o nível de desempenho do sistema - graças ao incremento de 25% na taxa de transferência de dados (chegando a 2,667 megabits/s) - além de reduzir em 30% o consumo geral de energia.


A Samsung informou que o passo seguinte será levar a tecnologia para os mais diversos tipos de segmentos, incluindo os dispositivos ultraportáteis.

24 de agosto de 2013

Conheça 10 leis da informática

24 de agosto de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


Diversas leis regem nossas vidas. Além das regras de trânsito e da constituição de cada nação, há também as leis da física que, por mais rígidas que sejam, às vezes parecem ser contrariadas. E como não podia deixar de ser, o mundo da tecnologia também tem suas máximas, que dificilmente são quebradas.
Como listado pelo site TechRadar, são pelo menos dez adágios que regem os avanços tecnológicos e a internet nos dias de hoje. Confira na relação a seguir!

1. Lei de Moore: a mais famosa de todas


Essa é, provavelmente, a lei tecnológica mais conhecida por todos. Estabelecida por Gordon E. Moore, a regra diz que o número de transistores que podem ser colocados em um circuito integrado dobra a cada dois anos.
Em 2011, a lei acabou recebendo uma atualização, e o número de transistores passou a dobrar a cada 18 meses, provando que seu autor estava, no mínimo, muito próximo da realidade.

2. Lei de Kryder: HDs maiores e mais baratos


Esta regra criada por Mark Kryder, vice-presidente da Seagate Corp., pode ser comparada com a famosa Lei de Moore. Entretanto, a Lei de Kryder diz respeito aos HDs. Nas palavras do autor, a cada 18 meses a densidade de um disco magnético dobra, e o preço cai pela metade. Entre outras vantagens, isso possibilita que serviços online possam oferecer cada vez mais espaço para seus clientes, sem cobrar a mais por isso.
Em um artigo publicado pela Universidade Mellon Carnegie, Kryder estima que, por volta de 2020, um HD capaz de armazenar mais de 14 terabytes de dados custará cerca de US$ 40 (R$ 70). Entretanto, vale a pena lembrar que os SSDs não obedecem a essa regra.

3. Lei de Wirth: software lento, hardware ligeiro


Você já parou para se perguntar por que o seu computador com muitos núcleos de processamento e quantidade absurda de memória RAM parece tão rápido quanto qualquer PC comum? Essa questão foi respondida por Niklaus Wirth em 1995, quando o criador da linguagem de programação Pascal estipulou a seguinte máxima: o software se torna mais lento de maneira mais rápida do que o hardware se torna mais veloz.
Muitas vezes, essa lei é atribuída a Larry Page, fundador da Google. Porém, a autoria, de acordo com Wirth, é mesmo de Martin Reiser, que no prefácio do livro “The Oberon System” estipula que “um observador crítico pode perceber que o software ultrapassa o hardware em lentidão e tamanho”.
Uma variante da Lei de Wirth também foi proferida pelo fundador da Microsoft, Bill Gates. Entretanto, a Lei de Gates é muito mais bem humorada: a velocidade do software comercial, normalmente, reduz em 50% a cada 18 meses, negando todos os benefícios divulgados pela Lei de Moore. Isso pode acontecer por diversas razões, como adição de recursos extras e complicados, código de má qualidade, preguiça do desenvolvedor ou mudança de gerente cuja filosofia de desenvolvimento não coincide com a do gerente anterior.

4. Lei de Metcalfe: o valor de uma rede


Apesar de, originalmente, essa lei tratar de computadores e máquinas de fax, ela também pode ser aplicada à internet e serviços online, como o Facebook. De acordo com Robert Metcalfe, engenheiro eletricista que ajudou a inventar a ethernet e fundou a 3Com, o valor de uma rede de telecomunicação equivale ao dobro do número de usuários conectados a ela.

5. Regra 34: pornografia por todo lado


Esta é muito simples e direta: “Se alguma coisa existe, há também uma versão pornô dela. Sem exceções”. Acredita-se que a regra 34 veio de uma história em quadrinhos online, que ficava hospedada no endereço zoomout.co.uk. Porém, também é possível que o autor da HQ tenha tirado a frase de algum email anônimo que circulava pela web.
Hoje, essa lei foi complementada e define que, caso a versão pornô de algo não seja encontrada, ao se falar dela na internet, algum artista vai, imediatamente, começar a produzir uma animação japonesa erótica (hentai) sobre o assunto.

6. Lei de Goodhart: a irrelevância dos demonstradores sociais


O professor de economia e conselheiro do Banco da Inglaterra, Charles Goodhart, estabeleceu em 1975 que “qualquer regularidade estatística observada tenderá a entrar em colapso assim que for colocada sobre ela alguma pressão com o objetivo de manter o controle sobre algo”. Em outras palavras, a regra estipula que se você define metas para tentar fazer com que algo bom aconteça, as pessoas encontrarão uma forma de atingir essas metas sem que tenham, necessariamente, que melhorar em algum ponto, tornando todo o trabalho inútil.
Um dos melhores exemplos vem do Google: quando o mecanismo de buscas passou a usar os links de entrada no PageRank para tornar a pesquisa mais relevante, spammers criaram sites especialmente programados para fornecer links e começaram a encher de spam os comentários de blogs, sempre com o objetivo de ganhar uma posição melhor entre os resultados.

7. Lei de Fitt: mais usabilidade em softwares e eletrônicos


A ergonomia e a usabilidade de produtos eletrônicos são essenciais para que o produto seja bem aceito. Interface estranha e ações complicadas podem funcionar como barreiras e afugentar prováveis clientes.
A Lei de Fitt define um comportamento que deve ser repetido como um mantra para designers de interface: a dificuldade de atingir um alvo é uma função da distância do alvo e do seu tamanho. Lendo essa frase, tudo parece muito óbvio. Mas é ela que define, por exemplo, a probabilidade de alguém clicar no botão “Concordar” em vez de “Cancelar”. Ou a agilidade com que uma pessoa acessará as opções do menu de um software.

8. Lei de Amara: pense nas tecnologias em longo prazo


O cientista Roy Amara definiu uma regra que encoraja todos a pensarem um pouco mais sobre a tecnologia: “Nós tendemos a sobrestimar o efeito de uma tecnologia em curto prazo e a subestimar o efeito em longo prazo”. Isso pode ser facilmente constatado quando um novo gadget de alguma marca famosa é lançado no mercado. Nos primeiros dias, a reação dos internautas é muito grande, mas quantos desses equipamentos continuam recebendo tanta atenção depois de meses ou anos?

9. Lei de Linus: o jeito Linux de ver as coisas


Linus Torvalds, criador do sistema operacional Linux, é responsável por duas leis. A primeira delas é descrita por Eric S. Raymond no livro “A Catedral e o Bazar” e diz que, dado o número suficiente de colaboradores em um projeto, qualquer bug pode ser detectado e corrigido. Essa é, basicamente, a filosofia por trás do desenvolvimento do Linux e da Wikipédia: com muitas pessoas trabalhando ao mesmo tempo, é provável que diversos erros possam ser gerados. Mas se houver um grande número de colaboradores, os erros serão detectados e corrigidos rapidamente.
Entretanto, no livro “A Ética Hacker e o Espírito da Era da Informação”, Linus nos brinda com outra máxima: a motivação para qualquer coisa cai em três categorias: sobrevivência, vida social e entretenimento. Isso explica, por exemplo, por que algumas pessoas colaboram com projetos de código-fonte aberto.

10. Lei de Godwin: malditos nazistas!


“À medida que cresce uma discussão online, a probabilidade de surgir uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo aproxima-se de um (100%)”. Criada pelo jurista Mike Godwin, em 1999, essa regra passou a dominar os fóruns de discussões, sendo que muitos participantes desses pontos de encontro virtuais concordam que, depois de uma comparação não irônica ao nacional-socialismo, qualquer discussão está acabada. Mas há quem discorde, alegando que essa é uma atitude muito nazista.



23 de agosto de 2013

Conheça algumas siglas da informática

23 de agosto de 2013 Por Unknown · - 0 Comentários


WWW :   World Wide Web - É um serviço de busca e recuperação de informações na rede, baseado no sistema de hipertexto visando abranger informações de distintas áreas e possibilitando o acesso a um universo enorme de documentos.

POP : Post Office Protocol - Protocolo de recebimento de e-mail's. 

SMTP : Simple Mail Transfer Protocol - Protocolo de envio de e-mail's.

FTP : File Transfer Protocol - Protocolo de transferência de arquivos.

SSL :   Secure Socket Layer - É a tecnologia padrão de segurança para se criar uma conexão criptografada entre um servidor web e um browser.

HTTP : Hiper Text Transfer Protocol -É o protocolo que permite o funcionamento da face gráfica da Internet, esta que é mais conhecida e que permite a transmissão de textos, fotos e gráficos.

Download :   Baixar (É trazer um arquivo de algum computador remoto para o seu computador).

UpLoad : Contrário de Download.

Bug : Erro/Falha em algum programa ou aplicativo.

IRC : Internet Relay Chat - Revezamento de Conversa na Internet é o embrião da conversação por texto via internet. Para acessar um servidor de IRC você precisa de um software especial.

Internet : É o conjunto de diversas redes de computadores que se comunicam através dos protocolos TCP/IP

HD: Disco do computador responsável por armazenar os dados do usuário.


CPU: Processador do computador.
 Intranet :   É uma rede interna baseada no protocolo IP que se caracteriza pelo uso das tecnologias Word Wide Web no ambiente privativo da empresa. Composta por um servidor Webcorporativo, tornando-se disponíveis para os usuários através de uma rede interna ou acesso discado privativo, fornecendo assim uma variedade de informações por meio de um único front-end, o paginador (browser) Web. 

HTML : Hyper Text Markup Language - É uma linguagem especializada na construção de páginas Web.

Web : A World Wide Web abreviada como Web, W3 ou WWW.

DNS : Domain Name Server - É uma tradução do IP, já que para o usuário final seria difícil de ele se lembrar do número IP de tal página ou o número IP de tal máquina, criaram o DNS, que traduz o IP para um nome.

IP : Internet Protocol - Cada máquina que está na internet tem que ter um IP, que é um número de identificação, neste formato: XXX.XXX.XXX.XXX onde XXX são números de 0 a 255.

TCP/IP : Transfer Control Protocol and Internet Protocol - É a "língua" que os computadores tem que "falar" para se comunicar na Internet. TCP é o protocolo de transporte de dados e o IP é o protocolo de endereçamento.

USB : Univesal Serial Bus - Barramento com um tipo único de combinação porta/ conector usado para ligar ao computador, sem nenhum grande esforço, várias categorias de dispositivos como teclados, mouses, acessórios para games, monitores, scanner, câmeras e outros. Obedece ao padrão Plug and Play e visa diminuir drasticamente o transtorno na instalação e configuração dos mais diversos periféricos ao computador. 

Chat : Bate Papo.

LAN : Local Area Conection - Estrutura que conecta vários computadores e outros dispositivos numa área definida. A capacidade de comunicação entre os aparelhos é limitada ao alcance dos cabos de rede, ou da antena, no caso de redes sem fio.

WAN : Wide Area Conection - Termo que designa uma rede de comunicação de dados que cobre áreas geograficamente extensas como um Estado, um país ou um continente. A taxa de transmissão de dados das WAN's varia de acordo com a tecnologia adotada.

Browser : É o navegador, o software que permite explorar textos, fotos, gráficos, sons e vídeos na Internet e pular de uma página para outra com um simples clique nos Links.

NFS : Network File System, sistema de compartilhamento de arquivos em rede criado pela Sun e também utilizado no Linux. 

Ni-Cd : Sigla de níquel-cádmio, química usada em baterias de baixo custo para telefones celulares e notebooks. 


NIC : Network Interface Card, ou cartão de interface de rede. Interface de comunicação que, uma vez instalada num computador, possibilita sua conexão física a uma rede. Também é necessário nas conexões à internet via cable modem ou ADSL, popularmente conhecida como placa de rede.

NiCd : Sigla de Níquel Cádmio: um dos tipos de baterias para celulares e notebooks. 

NiMH : Níquel Metal Hidreto, ou hidreto metálico: outro tipo de bateria para celulares e notebooks. 

NMS : Network Management System ou sistema de gerenciamento de rede. Sistema que responde pela monitoração de uma rede e pela coleta de dados para estatísticas de desempenho. 

NNTP : Sigla para Network News Transfer Protocol, protocolo usado para endereçar, distribuir e enviar mensagens Usenet. A especificação oficial para isso é a RFC 977. 

Nó : Em comunicação, é o ponto de conexão, redistribuição ou finalização de uma rede. 

No-break : Equipamento que fornece energia elétrica ininterruptamente, mesmo quando falha o fornecimento da rede pública. Curiosamente, essa expressão é usada somente no Brasil. Nos EUA, o termo corrente é UPS. 

No-break microprocessado : No-break capaz de se comunicar com o microcomputador por meio de uma porta serial. Usa um software de controle que monitora as condições da rede elétrica e toma decisões como desligar um servidor de rede. Também conhecido como UPS inteligente. 

No-break off-line : Quando ocorre uma queda na rede elétrica, o dispositivo pára de fornecer energia por alguns milésimos de segundo - o que não determina o desligamento dos aparelhos a ele conectados. Há dois tipos de no-breaks off-line: stand by e line interactive. 

No-break online : Ao contrário do modelo off-line, esse tipo de no-break não interrompe o fornecimento quando há uma queda de energia. A saída é alimentada constantemente por uma combinação de recursos da rede elétrica ou da bateria. 

Normalizar : Igualar o volume dos arquivos MP3, de modo que não haja variação na montagem do CD ou na reprodução dos arquivos no computador ou em dispositivos portáteis. 

Notes : Aplicação de groupware da Lotus. Durante anos, foi a única do mercado a oferecer uma solução completa para a computação em grupo. Um de seus destaques é um banco de dados distribuído com o qual os documentos podem ser acessados via rede local ou remota. Com o sucesso da Web e das intranets, outras alternativas baseadas na Internet estão surgindo no mercado. 

Nanofabricação : É a fabricação de aparelhos em nanômetros (medida igual a10-9 metro) 

Nanométrico : Medida equivalente a um bilionésimo de metro 

NAP : Network Access Point ou ponto de acesso à rede. Uma NAP é um dos vários pontos de interconexão que reúne vários provedores de acesso à internet. 

Narrowband : Em português, banda estreita, nome dado às conexões de baixa velocidade (abaixo de 64 Kbps) para contrapor-se à banda larga. 

NAS : Tipo de servidor que só compartilha e armazena dados corporativos 

Nautilus : Gerenciador de arquivos. Desenvolvido pela Eazel, permite ao usuário customizar o desktop e gerenciar os arquivos a partir da tela de abertura, como o Windows Explorer. 

Navidad :   O Navidad é um vírus vem na forma de um arquivo chamado navidad.exe, que é anexado a mensagens de e-mail. Caso seja ativado, o vírus infecta arquivos executáveis no micro e se espalha utilizando endereços de e-mail guardados no Outlook. Outros programas de e-mail não espalham o vírus, mas os efeitos no computador são os mesmos. 

NDS : Novell Directory Services. O serviço de diretório da Novell permite gerenciar diversos tipos de recursos em uma rede, tais como informações pessoais de um usuário, permissões de acesso a arquivos em um servidor ou a uma impressora, entre outros. Funciona em conjunção com o Netware, e para Linux existe uma versão mantida pela Caldera. 

Net surfer : Também conhecido como internauta profissional, o net surfer é contratado por empresas para selecionar os melhores sites da Web. Entre os critérios de avaliação de uma página estão lay-out, conteúdo, atualização e funcionamento. Entre os assuntos pesquisados estão artes e diversão, cotidiano, esporte, informática e notícias. O net surfer pode ter noções de CorelDraw, PhotoShop e Flash, mas é essencial que entenda de Internet. 

NetBeui : Sigla para Netbios Enhanced User Interface, uma versão aprimorada da Netbios usada nos sistemas operacionais de rede como LAN Manager, LAN Server, Windows Workgroups, Windows 95/98 e Windows NT. 

NetBios : Network Basic Input Output System, extensão do sistema básico de entrada e saída de dados (Bios) do PC para uso em redes. A maioria dos sistemas de rede para PC usa o NetBiosou alguma versão estendida dele. 

NetPC : Sigla para Netbios Enhanced User Interface, uma versão aprimorada da Netbios usada nos sistemas operacionais de rede como LAN Manager, LAN Server, Windows Workgroups, Windows 95/98 e Windows NT. 

Netware : Sistema de arquivos de rede, desenvolvido pela Novell, com versão para Linux mantida pela Caldera. Outros sistemas de arquivos de rede incluem o Samba e NFS. 

Newbie : Iniciante. 

Newsgroup : O mesmo que fórum, ou uma discussão em grupo online. Na Internet, existem centenas de newsgroups cobrindo todas as áreas de interesse. Para ver e enviar mensagens para um newsgroup, você precisa dispor de um news reader, um programa que o conecta a um servidor de news na Web. 

Novell Academics : Série de cursos ministrada pela Novell que trata de tecnologias abertas. O programa é destinado a estudantes universitários, de colégio ou a qualquer profissional que queira ter contato com tecnologia de rede. O curso, gratuito, é separado em três módulos: Tecnologia de Redes, Internet e Gerenciamento de Conhecimento. 

NTSC : Sigla para National Television Standards Committee. O NTSC é responsável por estabelecer os padrões de televisão e vídeo nos Estados Unidos. Na Europa e no resto do mundo os padrões dominantes em televisão são PAL e SECAM. O padrão NTSC define o sinal de vídeo composto com uma média de 60 half-frames por segundo. Cada frame contém 525 linhas e pode conter 16 milhões de cores diferentes. 

Nuke : Programa que envia pacotes anônimos a um computador para finalizar prematuramente sua conexão TCP. O nome também é usado para programas capazes de retirar alguém de um canal de chat. 

NW Admin : Interface Windows para administração do NetWare de um cliente. 

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